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Mas esse negócio que as pessoas por aí chamam de amor… Esse sim, é uma droga fatal. Não se vende nas esquinas, mas nas esquinas você pode encontrar. Não se encontra em restaurantes, nem em festinhas, mas… é capaz que você encontre por lá. Na verdade, o amor te acha. Te envolve também. E aí… aí a vida faz sentido. Só toma cuidado, porque se acabar, a coisa fica difícil. Terrivelmente difícil. Mas, hey… Ô garçon! Isso, duas brejas, por favor?

Thayná Ferreira 

(12:20am)
Eu ainda o procuro. Não aquele procurar de ligar de cinco em cinco minutos, porque choro ou porque sinto falta. Nunca o fiz, não seria agora. Se sofro, tenho que sofrer sozinha. Para mim, é quase uma obrigação. As lágrimas são nossas, apenas nossas, por mais que tenha sido outra pessoa a fazer com que elas apareçam. Então, somos nós quem tem que cuidar delas. E só. Mas eu ainda o procuro em todos os lugares. Se há alguma multidão, eu olho para todos e tento achá-lo. Na festa, eu procuro-o, não importa com quem eu esteja. Poderia ser hábito – eu sempre o procurei desde o dia em que tudo acabou. É, poderia. Mas eu tenho a certeza que é saudade. E a saudade se não for morta mata-nos a nós. E é por isso. É por isso que eu ainda o procuro, não querendo morrer mais. Porque desde que ele foi, eu morro, todos os dias.

Danniela F.  

(12:14am)
Parece que jamais serás a mesma e que nada mais terá sentido como antes, mas deixa que as coisas se renovem, e que as perdas tenham mais de um sentido, que os vazios te ofereçam mais espaço, pra que a vida te compense com o impossível.E permita que a alegria se aproxime, e que traga mais calor para os teus dias, quando tudo nos parece um desolo, é possível ainda assim, ser poesia. Seja forte, siga em frente, respire fundo, e perceba a importância de se ter braços vazios, pra que se possa ter espaço em si para abraçar o mundo.

— Marla de Queiroz 

(12:03am)
Eu sei bem. E sei que você mente também. E sei que a gente se atura porque perder pessoas é muito triste.

— Tati Bernardi 

(12:00am)
Conta pra ela, vai. Chega nela e fala. Fecha os olhos, se for preciso. Fecha os olhos e finge que é pro espelho, como você já fez uma vez. Diz pra ela que você sente muito. Que se arrepende de todas às vezes em que poderia ter mudado a situação com poucas palavrinhas (e evitado algumas noites de choro e preocupação da parte dela), mas ao invés disso só ficou parado sem falar nada, como o idiota que é. Pede desculpas por quando ficou confuso entre um ex amor do passado que ainda te balançava, um possível caso pro futuro que te excitava e entre ela. Pede desculpa por ter deixado ela como última opção quando você era a única escolha. Confessa que se sente culpado por todas às vezes que estragou os possíveis relacionamentos dela provocando-a e fazendo ela cair na sua de novo, mesmo que isso seja a mentira mais descarada do mundo e que você não se arrependa. Assume que é egoísta e não sabe perder, que é atrapalhado e não sabe possuir, que é mimado e mandão e que tudo tem que ser do seu jeito, que é orgulhoso e pra você você sempre tá certo, que é pior do que criança, que é infantil, que é canalha, galinha… Como se ela não te conhecesse melhor do que você. Se humilha, se for preciso. Fala que vai compensar pelas noites de sono perdidas, pelas lágrimas desperdiçadas no travesseiro, pelas dores de cabeça, pelos cortes, por tudo. No fundo ela só espera um sinalzinho verde pra não desistir, uma confirmaçãozinha de que você ainda tá nessa junto com ela. Mas não deixa ela cansar de vez de você.

— Vinícius Kretek, VK 

(11:13pm)
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Amor a gente não procura. É assim: você deixa a porta meio aberta, se distrai plantando girassóis e ele entra. Ele adora contrariar.

— Gabito Nunes

(11:09pm)
A vida é tão maravilhosa porque também é feita de colos, de feridas que cicatrizam, de amigos que celebram ou choram junto. Feita de pessoas apaixonadas e apaixonantes, possíveis e impossíveis, pessoas que machucam, pessoas que chegam pra curar.

Marla de Queiroz. 

(9:29pm)
Ainda acho que precisamos conhecer o inverno para compreender o verão, assim como é necessário passar por momentos de tristeza profunda para conseguir identificar e valorizar a felicidade quando ela chegar. E não devemos, nunca, nos esquecer das pessoas que amamos.

— A cabana.  

(9:28pm)